Nem só do Psy viverá o Homem…

4 07 2008

 

 

Bem, é interessante saber como as pessoas criticam as coisas sem conhecer, eu mesmo já fiz isso algumas vezes. Antes eu olhava pra essas reportagens e vídeos da TV que falavam sobre essas famosas festas Rave e imaginava “Como existe gente doida e drogada no mundo”, mais agora que conheço e freqüento, vejo que criticar as coisas é muito fácil sem ter o prévio conhecimento de como elas realmente funcionam. O mundo está conturbado por guerras, atentados terroristas, pais matando filhos, filhos matando pais, enfim, não é porque a minoria, ou maioria, como queiram, agem dessa forma que eu tenho que fazer, eu sou apaixonado por psy, progressive e adjacentes, vou deixar de freqüentar um ambiente que eu gosto, musica que eu gosto e um clima bom por causa da mídia impor sua opinião? Já não basta nos privarmos de sair certos horários da noite por causa da violência vamos ter que nos privar de tudo agora? Um Dj americano (Frank Bones) disse uma vez que temos que viver no P.L.U.R (Peace, Love, Union and Respect( Paz, Amor, União e Respeito)), como teremos esses adjetivos se nos privarmos do que gostamos e vivermos num mundo de puro stress?  O psy pra mim define o tipo da pessoa, ninguém vai numa Rave pra brigar, nunca vi isso, as pessoas se preocupam em se divertir ao invés de tirar a diversão dos outros, lá é um lugar onde as pessoas se respeitam, curtem, vibram, literalmente sentem o som.

Eu quero que com esse Post, as pessoas que criticam esse tipo de festa parem e pense que drogas há em qualquer lugar, morte há em qualquer lugar, brigas, desastres e acidentes há em qualquer lugar, não só em Bailes Funk, Raves, pagodes e o que for. Conheçam uma festa desse tipo e vejam que maravilha é aquele lugar, depois sim, julguem e critiquem como todos nós julgamos e criticamos qualquer coisa.


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8 07 2008
karinasurya

Para tudo ha um rótulo neh? Festas, música, religião, maneira de se vestir… O lance é tentar abstrair desses sentimentos pequenos que temos de preconceito, e encarar tudo como diversidade cultural… Generalizações são tolas.

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